Até outro dia...
quinta-feira, abril 02, 2009
Aviso à navegação
Até outro dia...
sábado, setembro 20, 2008
Manifesto
Ano de 2008. Há 160 anos, em 1848, foi editado o «Manifesto do Partido Comunista», de Karl Marx e Friedrich Engels. O “Actual” – revista cultural do jornal «Expresso» –, publica pequenos ensaios de alguns cronistas seus. Enquanto Daniel Oliveira se compraz com as revisões marxistas, Henrique Raposo (não me perguntem como, mas ele escreve no Expresso) trata de comparar os desacertos de Marx com os acertos de Tocqueville, a propósito do seu conhecido e importante livro «Da Democracia na América». Só que não se pode comparar o olho do cú com a feira de Castro*. A obra de Marx é um pensamento estruturado em muitas dezenas de ensaios político-filosóficos. Tocqueville escreveu apenas um excelente ensaio sobre o futuro da democracia. Ó Henrique, ao menos vai ler qualquer coisa do Marx; e talvez possas começar pelo Manifesto.
* Referimo-nos à grande e ancestral feira de Castro Verde (Alentejo)
quinta-feira, setembro 18, 2008
domingo, junho 29, 2008
Avaliação final de ACP
Nº 33306 - ANDREA CRISTINA RAMOS PONTVIANNE LOUREIRO - 9
O exame decorre na terça, dia 1 de Julho, pelas 9.30h, na sala 94.
* [A grelha geral de avaliação pode ser consultada na vitrina do gabinete 88]
Avaliação dos trabalhos de grupo de ACP
AOA 15
APPC Faro 13
CC Fuzeta 15
ASMAL 15
CC Horta da Areia 15
CP Paderne 17
Grupo da Amizade 15
AAPACDM 11
CC A Aleixo 15
*
[Os trabalhos (revistos) podem ser consultados e discutidos com o docente no gabinete 88]
quinta-feira, junho 26, 2008
Avaliação final de PIP
NATÁLIA DE JESUS ESTRELO – 15
MARIA DA CONCEIÇÃO ISIDORO SOARES LOURENÇO – 15
LARA SOFIA DE JESUS FREIRE LIMA MOURINHO – 12
MARIA ISABEL FILIPE RAPOSO – 15
VÂNIA DIAS MARTINS – 16
ANA LÚCIA ANDRADE COSTA – 16
ANA MARGARIDA NASCIMENTO BENTO – 16
CLARA MARIA MARQUES MOREIRA – 16
CLÁUDIA ISABEL PUGA RAMOS – 16
FILIPA ISABEL MARTINS BELCHIOR – 16
LUCIANA RODRIGUES FURTADO – 16
SHENNEN EIRA HANNA AUST – 16
[A grelha geral de avaliação pode ser consultada na vitrina do gabinete 88]
sexta-feira, junho 20, 2008
Trabalho de Metodologias I
- Guião do inquérito por entrevista
- Protocolo
- 1º Tratamento
- Pré-categorização
- Grelha de categorização
- Categorização das unidades de sentido
- Conclusões (perfil do entrevistado e principais ideias-chave a partir da interpretação dos dados)
[O trabalho deve ser entregue até 27 de Junho, ao docente ou deixado no cacifo respectivo]
quarta-feira, junho 18, 2008
Workshop de Projectos-4º EIC
Associação “Intervir” - 17
Do outro lado da cortina - 16
CultArte - 15
Cooperativa Ubuntu - 15
Espaço Jovem - 13
Diagnosticar para intervir - 16
Seniores activos - 15
Pintas e pingas - 14
**
domingo, junho 01, 2008
Glossário de análise de conteúdo
ANÁLISE DE CONTEÚDO
Glossário de termos
Protocolo: texto ou narrativa que decorre da transcrição da entrevista registada em gravador ou outro instrumento mecânico.
Leitura flutuante: leitura transversal que pretende tomar contacto com os temas chave, proporcionando anotações e pistas de leitura posterior.
Leitura crítica: leitura sistemática que pretende seleccionar as unidades de sentido importantes para o processo de análise.
Workshop de projectos
Escola Superior de Educação
Curso: Educação e Intervenção Comunitária
Disciplina: Projecto de Inserção Profissional – 4º ano
WORKSHOP DE NEGOCIAÇÃO DE PROJECTOS
Complexo Pedagógico da Penha
Quinta-feira, 12 de Junho de 2008, 9-13 h
2. Os resumos devem ser enviados por E-mail para hraimund@ualg.pt até ao dia 5 de Junho. Depois de organizados por gabinete, serão reenviados para os negociadores respectivos.
3. Os autores dos PIP devem comparecer no workshop às 9 horas, aguardando no hall do 1º andar do Complexo Pedagógico.
4. Cada PIP irá a negociação em pelo menos dois dos três gabinetes de negociadores, de acordo com a temática do mesmo. Os gabinetes de negociação representam, em situação virtual: o Estado; a Administração Local; e as Organizações Não Governamentais. Os gabinetes estarão instalados em salas de aula do Complexo Pedagógico.
6. Cada PIP dispõe de um mínimo de 15 minutos em cada gabinete, podendo ser cinco minutos para apresentação e dez para negociação.
7. Na negociação, os autores podem socorrer-se da versão integral do PIP.
8. De cada negociação será efectuado um registo de avaliação, do resumo do PIP e da respectiva negociação, com igual peso no valor final. A avaliação deste parâmetro é da responsabilidade da equipa de negociadores.
9. Qualquer omissão será resolvida pelo docente da disciplina.
quarta-feira, maio 28, 2008
sábado, abril 19, 2008
terça-feira, abril 01, 2008
Metodologias de Investigação I
Glossário de termos de análise de conteúdo
Trabalho final da unidade curricular
quinta-feira, março 27, 2008
Projectos sociais
METODOLOGIA DE PROJECTOS: O CASO DOS PROJECTOS SOCIAIS
(alguns apontamentos)
Segundo Randolph e Posner (1988) «todas as pessoas são gestoras de projectos, nem que seja o da sua própria vida». Apesar da sua diversidade eles integram características comuns: i) Têm um princípio e um fim, uma duração; ii) Têm um prazo de finalização; iii) Têm um sentido de oportunidade único, têm objectivos, como por exemplo dar formação, para exercer uma mudança qualitativa posterior; iv) Têm envolvimento de pessoas numa base temporária; v) Têm um conjunto limitado de recursos, o que muitas vezes condiciona a acção; vi) Têm uma sequência de actividades e de fases, bem previstas no projecto escrito.
a) Projecto de acção educativa/projecto educativo: Tem origem em membros da comunidade escolar (alunos, professores, administrativos, pais). Visa o aluno como formando ou indivíduo e pretende estabelecer regras e interacção na comunidade escolar.
b) Projecto pedagógico: Com origem num grupo de professores, constituindo uma equipa pedagógica, à qual se poderão ou não juntar os Conselhos Directivos e Pedagógicos. O projecto aplica-se na instituição escolar e visa treinar a execução de diversos conteúdos escolares.
c) Projecto institucional: Criado pela Direcção e equipa pedagógica e é relativo às próprias estruturas de funcionamento da instituição (para resolver um problema concreto de indisciplina, por exemplo).
d) Projecto de formação: Posto em funcionamento por formadores, juntamente com os formandos, podendo ultrapassar os limites da instituição (formação em animação comunitária, por exemplo).
Modelo A: O projecto serve de veículo à aquisição de conhecimentos, aptidões ou técnicas. A partir dele, os formandos conseguem sobretudo aplicar e integrar saberes de uma determinada área do saber, por meio de uma actividade investigadora. É o caso dos projectos realizados nos cursos de ciências sociais (teses, investigação, etc.).
Modelo B: O projecto é usado para desenvolver atitudes e aptidões gerais necessárias ao exercício da profissão. Não diz respeito a um conteúdo disciplinar e surge além dos estudos convencionais, respeitando geralmente a um problema da vida real. Conduz assim a um contacto e, portanto, a uma maior compreensão dos problemas e características da comunidade envolvente (projecto profissional, por exemplo na área da saúde comunitária). Acontece, quando médicos, professores e educadores etc., realizam acções de formação que visam enriquecer a sua forma de estar na profissão.
Modelo C: O projecto é, neste caso, algo de central e determinante no currículo. Os próprios conteúdos que irão ser estudados serão os que se revelem importantes, para o desenvolvimento do currículo. Acontece quando as instituições se organizam à volta de projectos, construídos pelos formandos e em que os conteúdos disciplinares são estudados porque traduzem as necessidades identificadas por eles durante a realização deste trabalho.
Assim, o projecto social é composto por cinco elementos fundamentais: i) Descrição do que se pretende alcançar, indicando a finalidade; ii) Adequação às características do contexto e das pessoas; iii) Dados e informações técnicas e instrumentos de recolha de dados; iv) Recursos mínimos imprescindíveis à aplicação; v) Temporalização para a execução.
O projecto social implica um conjunto de condições decisivas, a saber:
- Uma reflexão segura e rigorosa sobre o problema que queremos melhorar;
- Consciência das múltiplas necessidades existentes, elegendo um problema concreto para resolver e que se apresenta como possível;
- Selecção de um problema concreto que se apresenta como viável;
- Apresentar uma proposta científica;
- Aplicação à prática;
- Abertura e flexibilidade em sua aplicação;
- Originalidade e criatividade;
- Partir sempre da prática, da óptica de quem vive o problema.
Segundo a mesma autora (1996), o projecto social é constituído por 10 pressupostos, como veremos de seguida, a partir das suas especificações:
Natureza do Projecto: Título do projecto, referido à instituição e serviço do qual vai depender.
Fundamentação: Especificação dos antecedentes do diagnóstico e justificação teórica e técnica do projecto. Pode incluir dados estatísticos, previsões do comportamento futuro e elementos da estratégia a seguir.
Objectivos: Resultados a obter com a execução. Eles devem ser realistas, claros e pertinentes; normalmente classificam-se em gerais e específicos.
Metas: Uma meta é um objectivo quantificado e qualitativo; assinala quanto queremos alcançar e com que qualidade. Devem ser realistas e alcançáveis.
Localização: Determinação da área geográfica e do lugar específico do projecto social.
Metodologia: A apresentação da metodologia implica a definição de tarefas, normas e procedimentos para a execução de um projecto. Pretende-se mostrar como fazer para atingir determinados objectivos.
Calendarização: Consiste num calendário de actividades e servirá de apoio à confecção de gráficos, designadamente ao cronograma de Gantt.
Recursos Humanos: Refere-se ao número e tipo de pessoas necessário à execução das actividades do projecto, bem como as suas responsabilidades.
Recursos Materiais: Definir instalações, materiais e instrumentos para a acção.
Recursos Financeiros: Constituído pelo financiamento do projecto.
A avaliação pode ser interna e externa. É interna quando é feita pelos participantes no projecto, podendo chamar-se de autoavaliação. A avaliação pode ser externa, quando feita pela entidade financiadora, ou mesmo por convidados externos.
Perrenoud enuncia algumas boas e más razões para que se proceda a uma avaliação interna de um projecto.
Boas razões: i) Saber o que fazemos, se queremos mudar realmente, ultrapassando a simples impressão de fazermos coisas interessantes. Trata-se de uma evolução para o passo seguinte, aprender com os erros e ultrapassá-los; ii) Possibilidade de elucidar o que é sucesso e insucesso, os impasses e o que resta fazer; iii) A avaliação interna é uma questão de sobrevivência e de respostas a interrogações exteriores, porque existem perguntas legítimas de pessoas que estão de fora (de opositores e de defensores e que querem saber o que se passa); iv) Documentação para nós próprios, porque perdemos a memória dos acontecimentos e dos detalhes que são para os outros fundamentos interessantes deste tipo de projecto. E permite reorientar a acção, obtendo instrumentos de avaliação; assim, aprendemos com o que fazemos.
Más razões: i) Hiper-racionalidade que existe nalguns projectos e que faz com que a avaliação tenha mais importância que a própria inovação/acção. Não ter em conta os objectivos, entregar-se às burocracias para que outros superiores fiquem com boa impressão; a imagem é mais importante que a consecução dos objectivos do projecto; ii) A avaliação pode significar um momento de acerto de contas, no interior de um projecto. Quem avalia quem? É uma ficção pensar que num projecto toda a gente tem igualdade de avaliação. É por vezes a ocasião de avaliar o trabalho dos colegas e dizer coisas pouco agradáveis de um modo pouco saudável a pretexto da avaliação; iii) A avaliação interna de um projecto é também um meio de poder; é um problema bastante corrente das hierarquias mediadoras no interior de um projecto, seja científico ou administrativo, ou os dois. É um papel muito difícil estar entre duas lógicas, entre o sistema e o interior do projecto (a avaliação é um instrumento de poder); iv) A avaliação é uma forma de assegurar prestígio e valorizar o que se fez. Nós não jogamos só o jogo da melhoria do sistema, jogamos também uma espécie de jogo pessoal (subvalorização e exagero).
quarta-feira, março 26, 2008
Guião de projectos
GUIÃO PARA A ELABORAÇÃO DE PROJECTOS
1. Introdução
Trata-se de explicar a escolha do território (localidade, freguesia e concelho), o âmbito de intervenção (educação, desenvolvimento, formação), bem como a temática (título, duração). Pode-se aproveitar para expor algumas ideias sobre paradigmas, metodologias e técnicas utilizados no desenvolvimento do Projecto.
2. Fundamentação
É o espaço para apresentar o diagnóstico do território de intervenção, bem como das principais características da população, com quem se vai desenvolver o projecto. Trata-se de um enquadramento temático em que se apresentam alguns traços fundamentais, a saber:
Localização: geografia, dimensão, localização, acessibilidades e outros pontos de relevo.
História: alguns dados de interesse cronológico que justifiquem o conhecimento do local.
População: referência à população territorial, escolar, empresarial, de acordo com o tipo de projecto.
Organização social/ política/económica: algumas referências que ajudem a entender de que tipo de comunidade se trata, por exemplo quem governa a Junta ou a Escola; como se relacionam os grupos sociais ou étnicos; que factores de desenvolvimento existem (empresas, desemprego, papel da mulher).
Características culturais: que recursos, potencialidades e actividades culturais existem; qual o património existente e que reconhecimento existe na população.
Problemas da comunidade: aqui devem usar-se os dados recolhidos através da aplicação de técnicas quantitativas ou qualitativas (questionários, entrevistas, observações, etc.), para justificar necessidades evidentes e implícitas (não referidas, mas percebidas por confronto).
3. Finalidades e objectivos
Uma finalidade é sempre algo a longo prazo e visto da perspectiva do/s autor/es do projecto. Devemos dar mais atenção aos objectivos, escritos, sempre, da perspectiva das populações das comunidades; ou seja, traçar objectivos que possam ser resultados, alcançáveis, mensuráveis e visíveis. A sua redacção apresenta-se na forma verbal infinitiva (contribuir, divulgar, permitir, possibilitar, conhecer, reconhecer…). Estes objectivos podem ser desdobrados em diversos objectivos operacionais ou específicos, que se traduzem por uma maior facilidade de medição, visibilidade ou temporalidade.
4. Estratégias e metodologias
Neste capítulo deve ser dado um enfoque à problemática em discussão (educação, desenvolvimento local, formação de mulheres, criação de estrutura organizativa, etc.). Como estratégias podem referir-se: existência ou não de parcerias com instituições locais ou regionais; quem são os principais actores sociais do projecto; que recursos existem e como vão ser potencializados; quais os obstáculos ao desenrolar do projecto.
Por outro lado, este capítulo refere ainda qual a metodologia utilizada: quais as técnicas usadas no diagnóstico da comunidade, tal como aquelas que são propostas para a execução do projecto.
5. Recursos
Um projecto deve apresentar os diversos recursos indispensáveis à sua concretização. Por isso, apresenta uma lista de meios humanos, materiais e financeiros que devem ser afectos ao projecto.
Os meios financeiros podem ser traduzidos através de um quadro orçamental, com o sistema de financiamento.
6. Plano de actividades
As actividades propostas no projecto podem aparecer em quadro simples de dupla entrada, contendo na coluna da esquerda as acções e na coluna da direita as datas previstas para a sua execução. Ao longo das linhas são colocadas cronologicamente as actividades ao longo do projecto.
Facultativamente pode ser acompanhado de um Cronograma de Gantt, quadro de actividades e meses, apresentado de forma gráfica.
7. Avaliação
Finalmente o projecto deve prever quais as formas da sua própria avaliação. Por exemplo, referindo quem avalia, com que periodicidade, em que momentos, o que avaliar, etc.
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quarta-feira, fevereiro 27, 2008
Atenção 4º EIC
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
Aviso
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quarta-feira, fevereiro 20, 2008
Auto-retrato
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