quinta-feira, novembro 29, 2007
4º EIC: Calendário das comunicações
As Comunidades Rurais - Filipa Belchior
Marés de Memórias - Shennen Aust
Histórias de Vida: uma Metodologia - Vânia Martins
Cidadania e Idosos - Ana Margarida Martins
Migrações na Europa - Conceição Lourenço
Dia 7 de Janeiro:
A Importância Educativa da Dança - Clara Moreira
Entre Quatro Paredes: Violência Doméstica - Cláudia Ramos
Os Sem-Abrigo: uma Situação de Exclusão Social - Ana Lúcia Costa
Centros Novas Oportunidades: as Quatro Questões Básicas - Luciana Furtado
Tratamento e Mudanças no Toxicodependente - Isabel Raposo
quarta-feira, novembro 21, 2007
Problemáticas I - Resumos das comunicações
Título
Texto com um máximo de 120 palavras
5 palavras-chave
5 autores de referência, com datas
Exemplo:
“A poesia dos simples”: arte popular e nação no Estado Novo
Vera Marques Alves
Nos anos 30 e 40 do século XX, o Secretariado da Propaganda Nacional – órgão máximo da propaganda do regime de Salazar – desenvolveu um largo conjunto de iniciativas folcloristas que marcaram a memória crítica do Estado Novo. Este artigo sonda os limites de uma interpretação que reduz tal política a um instrumento de domesticação do povo, mostrando que é nos mecanismos de afirmação da nação, dentro e fora das fronteiras portuguesas, que podemos encontrar a explicação mais pertinente para a campanha etnográfica então empreendida. E é em função de tal proposta que abordaremos ainda os processos de manipulação e selecção dos materiais da cultura popular aí implicados, mostrando como, através dos mesmos, o SPN / SNI veiculou um retrato do país baseado na imagem do povo português enquanto camponês-esteta.
Palavras-chave: Estado Novo, SPN/SNI, António Ferro, arte popular, nação, camponês-esteta.
Enviar para o Email ou entregar na 2ª, dia 26.
quinta-feira, novembro 15, 2007
segunda-feira, novembro 05, 2007
Visita de estudo à ACASO-Olhão

No dia 29 de Outubro de 2007, os alunos do 4º ano de Educação e Intervenção Comunitária tiveram a oportunidade de conhecer dois equipamentos da Associação Cultural e de Apoio Social de Olhão (ACASO): o Centro Comunitário “Acampamento Azul” e o Centro Social da Quinta do Brejo.
O Centro Comunitário “Acampamento Azul” situa-se em Pechão, surgiu em 1996 para dar resposta à problemática da invasão da propriedade privada por parte da comunidade cigana. Assim a Dr.ª Célia e sua equipa no âmbito do Plano Nacional de Combate à Pobreza elaboraram um projecto tendo como principais objectivos o realojamento e o apoio social à comunidade cigana. Em termos de realojamento, a Câmara Municipal de Olhão disponibilizou o terreno e os materiais necessários para a construção das suas próprias casas. Quanto à água e à electricidade são fornecidos à comunidade pelo Centro Comunitário.
A nível de apoio social o Centro Comunitário tem capacidade para 70 utentes, estando actualmente com 90 inscrições que usufruem de serviços tais como: jardim-de-infância, acompanhamento escolar (1º e 2º ciclo), aulas de dança, curso de alfabetização de adultos, entre outras formações que na sua maioria são realizadas por voluntários. Nesta perspectiva reflecte-se uma preocupação em combater o absentismo escolar no 1º ciclo que segundo a Dr.ª Célia tem tido êxito, focando agora a sua atenção para o 2º ciclo.
Para concluir resta-nos referir que este Centro Comunitário está aberto à restante comunidade do concelho de Olhão, estando actualmente a usufruir do jardim-de-infância crianças de diferentes etnias e nacionalidades.
Achamos bastante interessante este projecto, uma vez que é pioneiro no país e tem desenvolvido um trabalho eficaz na integração desta comunidade cigana.
O Centro Social da Quinta do Brejo situa-se em Quelfes e foi inaugurado em 2002. Este Centro Social tem as valências de lar-residência, lar de idosos e Centro de Actividades Ocupacionais (C.A.O.).
Neste recinto tivemos a oportunidade de conhecer várias salas onde os utentes ocupam os seus tempos livres, desde a sala de estimulação sensorial através de jogos e da terapia “snooze”, até às salas de trabalhos manuais e artes plásticas. Nestas, ficámos fascinados pelos trabalhos realizados por alguns dos utentes que apesar das suas limitações físicas e ou psicológicas conseguiram ser estimulados a produzir peças de artesanato extraordinárias.
Podemos constatar que as infra-estruturas foram concebidas de maneira a valorizar o contacto com os espaços verdes e a luminosidade natural, o que é traduzido pelas enormes janelas, presentes ao longo do nosso trajecto, com vista para um enorme jardim que se localiza no interior do edifício.
O Centro dispõe ainda de: cabeleireiro, lavandaria, ginásio e uma piscina interior (com água aquecida), onde os utentes podem ter acesso a terapias alternativas.
Resta ainda referir que, no final, quando visitávamos o refeitório fomos surpreendidos com um magnífico lanche, oferecido pela direcção. Acabando a visita com a proposta por parte da direcção de voltar a receber, num futuro próximo, os alunos de Educação Social para realizarem as suas práticas.
Nota: A ACASO é a segunda instituição do concelho de Olhão, a seguir à Câmara Municipal, que emprega mais pessoas.
Faro, Outubro de 2007.
Bruno Pires e Isa Brito
sexta-feira, novembro 02, 2007
Aula sobre globalização e migrações
# As organizações cívicas e solidárias - texto de A. Melo, no Le Monde Diplomatique (versão portuguesa).
# Boas práticas na política de imigração - texto do ministro da presidência, no Expresso.
# Mipex, relatório de políticas de integração.
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Site do ACIDI (ex-ACIME)
Site do Observatório da Emigração
quarta-feira, outubro 31, 2007
segunda-feira, outubro 29, 2007
Visita de estudo do 4º EIC ao Caldeirão
da Nossa Sra. da Conceição - Barranco do Velho
Esta instituição é uma IPSS, foi fundada no ano de 2003, tendo no entanto o projecto para a construção da mesma sido pensado alguns anos antes da sua concepção.
Inicialmente, pensou-se na construção de uma instituição direccionada para pessoas portadoras de deficiência, necessidades educativas especiais, ou sem familiares. Para além disso, é curioso o facto desta ideia ter surgido após a ida do actual presidente da instituição a Inglaterra, onde se deparou com uma realidade social completamente distinta da realidade portuguesa, o que impulsionou o enorme desejo deste senhor de construir um local segundo os moldes estruturais britânicos.
Contudo e, uma vez que o projecto de construção de uma instituição dirigida para pessoas deficientes foi recusado na altura, delinearam-se outros caminhos e hipóteses, tendo posteriormente vindo a ser aprovado a construção de um Centro Comunitário. A instituição adoptou o nome de Centro Comunitário da Nossa Sra. da Conceição, dado que um grupo de cem pessoas da região decidiram deslocar-se até Fátima a fim de trazerem a Santa Padroeira para esta terra algarvia da Serra do Caldeirão.
Apesar da instituição desenvolver actividades direccionadas para toda a população, actualmente, os seus utentes fixos são apenas idosos que se encontram nas valências de Centro de Dia e Apoio Domiciliário, percorrendo os funcionários da instituição cerca de 200 kms diários.
Sem sombra de dúvida, o que mais nos impressionou foram as características extraordinárias que o Centro possui. O contacto com a natureza, o espaço arejado, a facilidade de mobilidade quer dentro quer fora da instituição e a qualidade das infraestruturas existentes são estupendas. Tudo isto tem contribuído em larga medida para o bem-estar dos utentes do Centro da Nossa Sra. da Conceição.
Há que realçar que desde o momento de chegada até ao momento de partida fomos sempre recebidos com enorme hospitalidade por parte da Directora Técnica, dos funcionários e dos utentes que nos receberam com alegria.
O que nos deixou muito satisfeitas foi também a forma como aparentemente os utentes encaram a vida, tendo em conta que possuem algumas carências e problemas, alguns deles, derivado das suas idades. São pessoas que preservam tradições e que vivem um dia-a-dia feliz, de acordo com o meio ambiente puro que os rodeia. Lembramo-nos, particularmente, das canções que estes estavam a ouvir nesse dia, do Grupo Erva-Doce.
Para finalizar, é importante dizer que, as portas ficaram abertas para novas visitas à instituição, o que demonstra a simplicidade e a generosidade destas pessoas.
sexta-feira, outubro 19, 2007
4º EIC: aula de 22/10
> Texto de Alberto Melo sobre políticas de resistência. Ler aqui.
> Texto de Bernard Lahire sobre a invenção da iliteracia. Ler aqui.
> Texto de Isabel Alçada sobre leitura e literacia. Ler aqui.
> Revista Proformar sobre educação e formação de adultos. Ler aqui.
